VAMPIROS INVISÍVEIS

Editado/publicado em 02/08/20

Autor: Antônio Russi

Apesar de já relativamente bem avançada a ciência humana, seria ela,no estágio atual, incapaz de aceitar a existência de micro-organismos psíquicos, como escreveram alguns autores que vivem na outra margem Da vida – bacilos psíquicos da tortura sexual , por exemplo - É o que eu digo e dizem-nos outros, os que já não pertencem a este mundo.

Pois se ainda não aceitam a existência do Espírito, impossível afirmar o contrário.

Bacilos psíquicos, Bacilos que arremetem a alma com fúria, digamo-lo assim, antes que atinjam a carcaça física, pois vão manifestar-se depois quando a doença já se formou no plano astral. Ao que me consta, ainda os não conhece a ciência dos homens, mas conhecê-los-á um dia.

Teria bacilos a Alma, como os tem o frágil envoltório físico? – bom é que se repita. São simplesmente larvas, chamemo-los assim,como também os desencarnados os chamam, pontinhos miúdos que devastam a parte quintessenciada do organismo psíquico, embora mais resistentes. E inda arrostam com todas as partes da alma e com todos os órgãos.

Ora, esquece-se o homem de que tudo é espírito, manifestação divina e energia eterna. Sabe-se, ou dever-se-ia saber, que todas as manifestações psicofísicas se derivam da influenciação espiritual.

Vejam, por exemplo, o pobre do nosso fígado; larvas destruidoras exterminam as células físicas hepáticas e diversos são os pretensos fatores causadores, não há mister que discorra ao amigo o fato. Verdade comum aos pesquisadores do além-túmulo. E acrescentam : não fossem as glândulas sudoríparas tornar-se-lhe-ia impossível a vida física, reflexo da outra.

O médico espiritual André Luiz cita trecho interessante a respeito das células humanas. O trecho é atribuído a Virchow, não sei se de origem russa, e diz assim: “que o corpo humano é um país celular, onde cada célula é um cidadão, constituindo a doença um atrito dos cidadãos, provocado pela invasão dos elementos externos.” Fato, desde tenrinha idade deve o ser humano lutar contra diversas flagelações,tormento que só a morte põe fim. Perdão pelo equívoco: ainda depois da morte continuam roendo ... roendo... até quando não sei. São diversos e daninhos esses vírus que a tecnologia humana ainda não percebeu.

E continuarão seguindo, sem rumo, enquanto não descobrirem o “Mecanismo das leis da Natureza.” Os homens de carne se julgam sábios bastante para expelir Deus da Natureza. O estudo das formas lhes basta ? Entanto, o simples bafejo de uma sensação física diferente da usual se lhes afigura um ponto de interrogação indecifrável. Sondam os fenômenos sem lhes auscultarem as divinas causas.

As moléstias vão-se acumulando e esse filho de Deus é incapaz de achar-lhes as causas.Lá um dia, o passado se lhe debruça sem que perceba que é a primeira pontada de algo que até então não o molestara, uma espécie de inquietação consciencial ,o coração arde...arde... e o pobre ainda não se dá por achado.

Começa então para ele uma nova fase que prenuncia dias de tempestade, coisa que ele nunca experimentara até então...

É a recordação de faltas graves do passado distante... Ah, o remorso...! Todo o efeito tem uma causa, meu amigo.

Antônio Russi (Professor e Escritor) - Lavras - MG - junho/2020.


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