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Campanha incentiva o turismo de natureza

São peças publicitárias que retratam a importância de se praticar um turismo consciente, sustentável e seguro.

Editado/publicado em 21/07/21


O Parque Estadual do Cantão é referência em turismo de natureza. - Foto: Governo do Tocantins

Rico em biomas como Amazônia, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e uma extensa faixa litorânea, o Brasil tem um grande potencial para o turismo de natureza. E para incentivar essa atividade, o Ministério do Turismo lançou uma campanha que busca reposicionar o país no segmento.

As peças publicitárias com o mote "Viaje pelo Brasil. Gigante pela própria natureza” têm como foco a experiência do viajante e retratam a importância de se praticar um turismo consciente, sustentável e seguro neste momento de retomada do turismo. O material da campanha poderá ser conferido em mídias digitais, sites turísticos e na TV aberta.

Campanha do turismo em natureza

“O Brasil é o maior país do mundo para turismo de natureza. Nada se iguala ao nosso país. Somos a última fronteira de sustentabilidade, preservação e fauna. Tudo nós temos”, afirmou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, no lançamento nacional da campanha, no Parque Estadual do Cantão, em Caseara, no Tocantins. O Cantão é referência em turismo de natureza no estado.

A campanha chega em um momento em que a atividade turística dá sinais de recuperação. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Atividades Turísticas subiu 18,2% em maio. Foi o segundo crescimento consecutivo do índice, tendo em vista que em abril houve um avanço de 4,3%.

Unidades de Conservação

Entre os potenciais de turismo em natureza no Brasil estão as unidades de conservação. O país conta, atualmente, com 334 unidades de conservação federais, várias delas com possibilidade de receber visitantes, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente.

Em 2020, as unidades de conservação permaneceram fechadas em boa parte do ano por conta das regras impostas por causa da Covid-19, mas mesmo assim, foram registradas 8,4 milhões de visitas durante o período de cerca de seis meses em que as atividades desses locais foram gradualmente restabelecidas.

A Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, em Santa Catarina (3,3 milhões de visitantes), o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro (1,2 milhão) e o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná (658 mil visitas), lideraram o ranking de visitação no ano passado.

De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra os parques federais, houve um crescimento contínuo de visitação até dezembro, o que não ocorria mesmo antes do surgimento do novo coronavírus. Por ser área de ar livre que possibilita o distanciamento, os parques têm se tornado opção para quem quer evitar aglomerações e estar em contato com a natureza.

“Sabemos que o Brasil ocupará um lugar de destaque no cenário pós-pandemia com seu enorme potencial de turismo de natureza, que será a grande tendência dos viajantes”, ressaltou o ministro Gilson Machado Neto.

As unidades de conservação estão sendo reabertas seguindo os protocolos de segurança e saúde de cada estado e município

Protocolos

No ano passado, o Ministério do Turismo lançou o Selo Turismo Responsável), Limpo e Seguro, com o objetivo de preparar o setor para a retomada das atividades, de forma segura e responsável.

A certificação inclui sinalização visual que identifica estabelecimentos e guias de turismo que assumiram, declaradamente, o compromisso em adotar protocolos de biossegurança elaborados pelo Ministério do Turismo. Atualmente, mais de 28,7 mil selos já foram emitidos para 15 atividades turísticas.

Saiba mais sobre o selo e confira locais quem já aderiram à iniciativa

Fonte: gov.br

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