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Vigitel 2021: saiba a importância de responder

a pesquisa do Ministério da Saúde por telefone

Até o fim do ano, 27 mil brasileiros adultos serão entrevistados; os entrevistadores não perguntam dados pessoais, como CPF ou dados bancários.

Editado/publicado em 04/10/21


Divulgação


Se você tem 18 anos ou mais poderá receber uma ligação do Ministério da Saúde e participar da principal pesquisa no país que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e cardiovasculares. A coleta de dados, iniciada no dia 10 de setembro em todas as capitais do país, é para o Vigitel 2021, Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico.

Por isso, o Ministério da Saúde orienta para que a população brasileira participe e responda ao inquérito telefônico de saúde. A recusa às entrevistas dificulta a estimativa da carga dessas doenças no país. O objetivo da pesquisa Vigitel é justamente conhecer a situação de saúde da população, sendo este o primeiro passo para planejar programas, projetos e estratégias que reduzam a ocorrência e a gravidade de doenças, especialmente as doenças crônicas não transmissíveis.

Desde 2006, uma vez por ano são realizadas entrevistas telefônicas com pessoas de 18 anos ou mais, residentes em domicílios com linha de telefone fixo. Até o final de dezembro de 2021, 27 mil brasileiros serão entrevistados. Nesta edição, o Vigitel está sendo realizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde (OPAS). A duração média da entrevista é de 12 minutos.

As ligações são feitas pela Expertise Inteligência e Pesquisa de Mercado, empresa de pesquisa contratada pelo Ministério da Saúde, sediada em Belo Horizonte-MG. Os telefonemas ocorrem em diferentes dias e horários da semana, incluindo sábados e domingos e o período noturno, até 21h. O Vigitel aborda temas como o hábito de fumar, consumo alimentar, atividade física, consumo de bebidas alcoólicas e prevenção de câncer em mulheres.

Atenção: os entrevistadores não perguntam dados pessoais como número do CPF ou dados bancários. As únicas informações pessoais obtidas por meio da pesquisa dizem respeito à idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor que são utilizadas nos procedimentos metodológicos da pesquisa para que seus resultados reflitam a distribuição sociodemográfica da população total.

Os dados cadastrais dos usuários de serviços de telefonia foram compartilhados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com o Ministério da Saúde, sob um processo rigoroso para atendimento às condições exigidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante o sigilo e protege a privacidade de dados da população. Em caso de dúvida, basta ligar para o Disque Saúde 136, para ter acesso a mais informações sobre o estudo.

Pesquisa e resultados

Desde sua primeira edição, em 2006, o Vigitel entrevistou 757.386 brasileiros, sendo 288.279 homens e 469.107 mulheres, para monitorar a frequência e a distribuição dos principais determinantes das doenças crônicas não transmissíveis. O questionário compõe o sistema de Vigilância de Fatores de Risco de Doenças Crônicas Não Transmissíveis do Ministério da Saúde e vem ampliando o conhecimento sobre essas doenças no País, além de apoiar a formulação de políticas públicas que promovam a melhoria da qualidade de vida da população brasileira.

Os resultados do Vigitel também subsidiam o monitoramento das metas propostas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis, como o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011–2022, alinhado ao Plano de Ação Global para a Prevenção e Controle das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, da Organização Mundial da Saúde, bem como das metas de Doenças Crônicas Não Transmissíveis referentes à agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, além daquelas contidas no novo Plano de Ações para Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil 2021-2030.

Os resultados da pesquisa Vigital de 2006 a 2020 podem ser encontradas no site: no item "Acesso aos Resultados do Vigitel".

Com informações do Ministério da Saúde

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